Três novos árbitros passaram a integrar o quadro de profissionais da CAMES em Goiás esta semana nas áreas de comércio exterior, direito imobiliário e agronegócio. Após análise de seus currículos e histórico profissional, passaram a fazer parte da CAMES os Advogados Cristina Rodrigues de Melo, Olavo Marsura Rosa e Marcos Felipe Aragão Moraes.

O advogado Olavo Marsura é o primeiro árbitro da CAMES na área de agronegócio. Olavo é formado em direito pela Universidade Federal de Goiás desde 1998 e possui mestrado em direito agrário pela mesma faculdade, título que obteve em 2005. Professor de direito agrário e de direito tributário em diversas faculdades de Goiânia, também é Técnico em Agropecuária pela Escola Vocacional Luís Antônio Machado. Exercendo atualmente o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro da OVG, Olavo destacou o profissionalismo e a ética da CAMES como aspectos fundamentais para sua decisão de compor o corpo de árbitros da CAMES.

Profissional com extensa experiência na área imobiliária, a advogada Cristina Rodrigues de Melo é outra árbitra que acaba de ser admitida nos quadros da CAMES. Formada em direito pela PUC-GO, Cristina é especialista em Direito Processual Civil, Direito e Processo do Trabalho, e Diretora Jurídica da empresa D’Melo Construtora Ltda. A advogada acredita que a CAMES vem preencher um vácuo importante, na medida em que se volta para conflitos mais complexos no campo imobiliário, especialmente aqueles que entre empresas do setor.

Marcos Felipe Aragão Moraes, por sua vez, é o árbitro que vem integrar a equipe da CAMES na área de exportações. Advogado Público Federal, Marcos Aragão foi, durante seis anos, advogado da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil, tendo sido o primeiro colocado no processo seletivo de 2009 realizado pela Apex. Professor de direito internacional, Marcos possui experiência em Direito Administrativo, Ambiental, Constitucional e Regulatório, além de ser membro titular do Fórum de Combate à Corrupção no Estado de Goiás. Para Marcos, a mediação e a arbitragem são o caminho natural diante de um Judiciário abarrotado de ações e que já não consegue dar respostas às demandas da sociedade.